Não vou sitar meu nome, mas esta história aconteceu comigo e minha ex-namorada que me chifrou em Salvador. No decorrer do conto vou explicar a sensação que tive em arrebentando as pregas da Ex sem a minha dó e com muito tesão envolvido .

Como nós sabemos, o carnaval é a época em que todos saem para se divertir. Beber, dançar, transar, “pegar” muitas pessoas é umas das muitas diversões. Consequentemente, é nesta época em que são desfeitos vários relacionamentos amorosos em virtude de traição. Bom, comigo não foi diferente. Minha ex-namorada e eu tínhamos ido passar o carnaval em Salvador na Bahia, e algumas vezes ficávamos longe um do outro. Eu não a traí, mas ela me traiu. Fiquei furioso no começo, mas não cometi nenhum delito, apenas terminei o nosso relacionamento.

Passou-se um mês desde que nós tínhamos terminado, mas ela não esquecia o namoro que tivemos. Sempre me ligava de madrugada e falava que estava com saudades das vezes que eu a abraçava para dormirmos juntos. No decorrer do mês que ficamos separados arranjei outra namorada e a minha ex parece que não gostou nada dessa história.
Certa noite, enquanto dormia, ela me liga:

—Alô?

—Alô? Igor? – ela falou com uma voz triste.

—O que você quer? Está tarde.

—Nada…só queria ouvir sua voz – a voz dela ficou mais triste ainda.

—Ah okay. Agora que ouviu, poderia me deixar dormir? Tenho que trabalhar mais tarde.

—Tudo bem…

Nesse momento desliguei o celular sem me despedir e voltei a dormir. Amanhece. Acordo e vou me arrumar para ir trabalhar. Enquanto terminava de tomar meu café da manhã, meu celular começa a tocar. Olho e vejo que é a minha ex. Atendo:

—Alô?

—Alô? Igor? – parecia sonolenta.

—Diga.

—Eu queria saber se você está livre hoje.

—Estou. Por quê?

—Nada não…queria saber se dava para você vim aqui em casa – ela mudou o tom de voz. De sonolento foi para um espontâneo e meio alegre.

—Claro. Irei aí. Mas o que se passa?

—Nada demais. Apenas venha aqui, por favor.

—Okay.

Desliguei o celular e terminei de tomar o café. Pego minhas coisas e me dirijo para o trabalho. Não trabalhei muito bem naquele dia, estava pensativo no que minha ex-namorada queria.

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Recebi algumas mensagens dela. Algumas com frases clichês de bom dia, outras românticas tiradas de livros que eu sempre lia para ela, e que ela sempre adorou. As horas passam arrastando-se. Até que enfim, o meu horário termina. Saindo do trabalho, me dirigi logo para a casa dela. Chego e toco a campainha. Ela surgiu na porta com um largo sorriso no rosto, me abraça e me convida para entrar. Entro e sento no sofá, ela estava bem bonita e perfumada. Alguns segundos sentados um ao lado do outro, a indago:

—Mas o que você queria comigo?

—Bem…eu… – falou gaguejando, como se quisesse esconder algo.

—Fale logo mulher, tenho que ir para casa.

—Você está em casa.

—Eu digo a minha casa.

Ela ficou calada por alguns segundos, mas retorna a fala:

—Eu queria que você voltasse para mim… – ela falou com uma voz suave, muito meiga.

—Não posso. Você sabe que estou comprometido.

—A largue, então. – dessa vez, estava agressiva.

—Não. Eu irei continuar com ela e me dê licença, por favor.

—Igor, você não vai sair daqui.

Ela se levantou e correu para trancar a porta. Fiquei um pouco inquieto, ela tem um pequeno problema de bipolaridade. Levanto-me e tento acalma-la:

—Calma. Dê-me essas chaves que vai ficar tudo bem.

—Não! Não enquanto você não largar aquela vagabunda e voltar a ser meu.

—Por favor, me dá essas chaves.

—Não.

Ela saiu correndo para a cozinha, fui imediatamente atrás dela. Lá, ela estava chorando perto da mesa. Cheguei perto dela e pedi as chaves novamente. Ela se recusa a me entregar e sai andando para sentar no sofá. Sinceramente leitores, eu já estava fervendo de raiva naquela hora. Penso eu que tenho o mesmo problema dela, pois perco a paciência muito facilmente. Mas nunca cheguei ao ponto de agredi-la. Vou atrás dela. Ainda estava sentada no sofá. Cheguei perto e pedi as chaves, ela simplesmente responde com mais um “não”. Nessas horas, minha paciência já tinha morrido há tempos. Queria dar-lhe uma boa surra, mas uma surra de outra coisa. Eu tenho este certo comportamento: toda vez que eu ficava bravo com ela, dava-lhe uma boa “surra de rola” e aquela seria épica. Pedi as chaves pela última vez, mais uma vez ela respondeu não. Depois de ouvir a resposta, me aproximei dela por trás do sofá e a agarrei pele pescoço com um mata leão. Não apertei, apenas segurei e falei no seu ouvido:

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—Vai me dar essas chaves agora sua safada. Por bem ou por mal.

A levantei e a encostei na parede. Ela me olhou e parecia que estava gostando daquilo. Depois agarrei em seu pescoço com uma mão, e com a outra levantei a sua blusa. Levantei o seu sutiã sem tirá-lo, e comecei a mamar e a apertar os seus peitos. Ela segurava o meu braço com as duas mãos, enquanto ficava nas pontas dos pés e suspirava rapidamente. Depois de mamar nos peitos dela a peguei no colo e levei até o sofá. Joguei-a em cima e perguntei:

—E agora? Vai me dar a porra dessas chaves?

—Não. – ela falou num tom meio cansado.

Não perdi tempo e tirei meu pau para fora. Não é grande coisa, mas posso fazer um belo estrago. Aproximei-me dela e a fiz me chupar. Ela chupava com muito gosto enquanto eu empurrava na boca dela. Engasgava e gemia algumas vezes e isso deixou meu pau mais teso ainda. A fiz parar de chupar a peguei pela cintura e a virei de costas. Dei um tapa estalado na bunda dela. Ela solta um grito dizendo “Aiiii porra“. Dei outro tapa, ela grita novamente. Tirei a sua calça. Ver a bundinha dela toda vermelhinha com a marca da minha mão me deixou no ápice de excitação. Subi em cima dela, rocei meu pau na sua bundinha e falei em seu ouvido:

—Desculpa. Prometo que vai ser com carinho.

Apertei forte a bunda dela e a puxando para trás a fiz ficar de quatro. Tirei a sua calcinha e antes de meter, passei os dedos na buceta dela. Estava bem molhada. Depois, fui metendo devagar, bem devagarinho. Ela soltava pequenos gemidos e se contorcia um pouco. Enfiei meu pau até as bolas. Nesse momento, ela olhou para trás e falou:

—Com carinho, amor. Ahhh carinho o caralho, me fode com força.

Fiz o que ela queria. Agarrei na cintura dela e comecei a socar com muita força. Ela gritava e chorava um pouco. Xingava-me e dizia palavrões. Eu dava tapas na bunda dela e a mandava calar a boca. Tirei meu pau algumas vezes só para meter de novo. Algum tempo depois, abri a sua bundinha e rocei a cabeça do meu pau no cu dela. Ela olhava para mim e falava “No cuzinho não“. Não dei ouvidos. A fiz deitar e subi em cima dela. Tentei meter. Enquanto eu penetrava, ela chorava e falava “no cu não“. Dei uns beijos no seu rosto e meti todo o meu pau. Ela choramingava e enfiava as unhas no sofá com força.

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Fui socando devagarinho só para ela relaxar. Já tinha me esquecido das chaves, e consequentemente que era tarde, mas eu só queria fode-la. Depois de umas socadas lentas, ela relaxou. Nessa hora comecei a foder ela com força. Ela apertava o meu pau com o cuzinho, me fazendo socar com mais força e mais rápido. Suspirei no ouvidinho dela enquanto ela gemia. Passaram-se uns 20 minutos até que finalmente gozei. Antes de tirar meu pau, dei um último tapa na sua bunda. Tirei e sentei ao seu lado. Ela subiu em cima de mim e ficou me beijando dizendo-me “agora te dou as chaves, amor”. Mais uns 10 minutos, peguei as chaves e fui abrir a porta. Já era bem tarde. Antes de ir embora, dei um beijo na testa dela e prometi que a visitaria mais vezes.

Nesse mesmo dia, minha atual me ligou. Tive que inventar a mais bela das mentiras, mas felizmente ela acreditou. Ainda visitei minha ex-namorada algumas vezes, e vou ver se conto o que já fiz com ela. Espero que tenham gostado leitores.

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